Vian­na Leal & Comandita, Limitada.

NOME EMPRESA / COMPANY NAME: Vian­na Leal & Comandita, Limitada.

NOME FÁBRICA / FACTORY NAME:

PROPRIETÁRIO / OWNER:

FUNDAÇÃO / FOUNDED:

LABOROU EM / WORKED DURING:

ENCERRAMENTO / CLOSURE:

Nº EMPRESA IPCP / IPCP COMPANY Nº:

ALVARÁ / CHARTER:

MORADA / ADDRESS: Praça do Município, No. 20

CIDADE / CITY: Lisboa

NO MESMO LOCAL FUNCIONOU / AT THE SAME LOCATION WORKED:

OUTROS LOCAIS / OTHER PLACES: Rua Pinto Bessa, No. 86 – Porto

TIPO / TYPE: sardinhas em conserva

FONTES / SOUCES: Boletim da Associação Comercial e Industrial de Setúbal nº 9

A firma Vianna, Leal & Commandita, posteriormente identificada como Vianna Leal & C.ª, Limitada, encontrava-se estabelecida, em 1910, na Praça do Município, n.º 20, 2.º andar, em Lisboa, dispondo igualmente de uma filial na Rua Pinto Bessa, n.º 86, no Porto. A sua atividade comercial incluía o Vinho do Porto, tendo apresentado, nesse ano, pedidos de registo de marcas, entre as quais «Hermes da Fonseca», cuja iconografia evocava o marechal brasileiro.

Em 1912, a empresa surge também associada ao comércio de conservas de peixe. O Boletim da Associação Comercial e Industrial de Setúbal, de 30 de setembro, reproduz um pedido de registo de marca, com o n.º 15.078, classe 62.ª, destinado a latas de sardinhas em conserva. Esta referência documenta a diversificação dos interesses comerciais da firma, embora não permita determinar se possuía instalações industriais próprias ou se recorria à produção de terceiros.

A existência de estabelecimentos em Lisboa e no Porto, associada ao registo de marcas de vinho e de conservas, sugere uma estrutura comercial orientada para diferentes produtos portugueses. A identificação dos mercados de destino e das eventuais relações com fabricantes conserveiros de Setúbal permanece, contudo, dependente de investigação documental adicional.

Fontes primárias: Diário do Governo, 23 de abril de 1910 ; Diário do Governo, 14 de novembro de 1910 ; Boletim da Associação Comercial e Industrial de Setúbal, n.º 9, 30 de setembro de 1912, p. 11.

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