Marca Nacional & La Nacional brand

MARCA NACIONAL (seus registos)

Nacional-68.220
Internacional-142.397
No México-56.564

Marca “LA NACIONAL”
(registo no MÉXICO-70.742

Portarias
10.324 de 1/2/943 – cria a marca Nacional 10.951 de 10/5/945 modifica a anterior

Espólio I.P.C.P. – DGRM – Direcção Geral dos Recursos Naturais, Segurança e Serviços Maritímos

Portaria nº 10.951 - 1 Fevereiro 1943

Portaria nº 10.951 - 10 Maio 1945 - Marca Nacional

Existem duas portarias  que mostram a criação e posterior alteração do regime da “Marca Nacional” para as conservas portuguesas de sardinha.

A Portaria n.º 10:324, de 1 de fevereiro de 1943, estabelece um regime fortemente intervencionista para o comércio das conservas. Determina que o comércio de conservas de sardinha em molhos seja realizado exclusivamente através de contratos coletivos, por intermédio do Instituto Português de Conservas de Peixe. Estabelece ainda que:

  • o Instituto criaria uma Marca Nacional, destinada a cobrir todas as conservas que fossem vendidas coletivamente;
  • a venda livre de conservas continuaria possível, mas sujeita a limites máximos de preços, aprovados pelo Ministro da Economia;
  • o Instituto poderia regular a produção, incluindo proibir fabricações quando necessário;
  • cabia ao Instituto ajustar o regime com o Grémio dos Armadores da Pesca da Sardinha, fixar preços do peixe e regimes de venda e coordenar-se com outras entidades;
  • durante o período do defeso, o Instituto podia autorizar o fabrico de sardinha em molhos, desde que não prejudicasse a reputação e o prestígio da conserva portuguesa.

A Portaria n.º 10:951, de 10 de maio de 1945, altera dois aspetos fundamentais do regime de 1943. O comércio das conservas de sardinha em molhos continua a realizar-se com intervenção do I.P.C.P. e normalmente através de contratos coletivos, mas desaparece a palavra “exclusivamente”. Mais importante ainda, muda a definição da Marca Nacional: em 1943 ela destinava-se a “cobrir todas as conservas que se destinam a ser vendidas colectivamente”; a partir de 1945, passa a poder ser utilizada “nas conservas em cuja venda intervenha” o Instituto.

A portaria de 1945 acrescenta ainda que o I.P.C.P., quando as circunstâncias o aconselhassem, podia sujeitar as conservas produzidas ao regime de depósito obrigatório nos seus armazéns.

Em síntese: a Marca Nacional nasce juridicamente em 1 de fevereiro de 1943, como instrumento do sistema de venda coletiva e regulação do comércio de conservas pelo I.P.C.P. Em 1945, o sistema torna-se menos rígido: deixa de estar necessariamente ligado à venda coletiva e a Marca Nacional passa a abranger, de forma mais ampla, as conservas em cuja comercialização o Instituto interviesse. Esta alteração ajuda a explicar como a marca pôde posteriormente adquirir uma identidade própria e ser utilizada como instrumento de promoção e garantia das conservas portuguesas nos mercados externos.

MARCA DE FÁBRICA OU DE COMÉRCIO PORTUGAL E PROVÍNCIAS ULTRAMARINAS DE:
(DURAÇÃO 10 ANOS)
Número 68.220/98.545
Registada em 26 de Março de 1949 Renovação de 26 de Março de 1969

PORTUGAL MINISTÉRIO DA ECONOMIA DIRECÇÃO GERAL DO COMÉRCIO REPARTIÇÃO DA PROPRIEDADE INDUSTRIAL TÍTULO DE REGISTO DE

MARCA CLASSE 29ª. N.º 68.220 [reprodução da marca]

MARCA NACIONAL

O registo da presente marca foi pedido no dia 21 de Fevereiro de 1948, e concedido nos termos do Código da Propriedade Industrial por despacho de 26 de Março de 1949, como propriedade de Instituto Português de Conservas de Peixe, organismo de coordenação eco nómica, com sede em Lisboa.

O prazo de duração do registo é de 10 anos e pode ser renovado.

Lisboa, 26 de Março de 1949.

O Chefe da Repartição,

O Director-Geral,

BUREAU INTERNATIONAL POUR LA PROTECTION DE LA PROPRIÉTÉ INDUSTRIELLE BERNE

DEMANDE ET CERTIFICAT D’ENREGISTREMENT INTERNATIONAL D’UNE MARQUE
(Cette formule doit être remplie en langue française)

SERVICE DE L’ENREGISTREMENT INTERNATIONAL DES MARQUES DE FABRIQUE OU DE COMMERCE

Pays d’origine de la marque : P O R T U G A L
Propriétaire de la marque
Nom: Instituto Português de Conservas de Peixe
* Profession (ou entreprise)
Adresse complète siège à Lisbonne
* Nom et adresse du mandataire

Produits auxquels la marque est destinée: Sardines à l’huile d’olive.

Empreinte en noir de la marque (cette empreinte ne doit pas dépasser 10 × 10 cm)

[reprodução da MARCA NACIONAL]

* Couleur Si la couleur est revendiquée à titre d’élément distinctif : Inscrire ci-dessous une brève mention indiquant uniquement la couleur des parties essentielles de la marque. (Dans ce cas, joindre à la demande 40 exemplaires en couleur de la marque, sur papier, ne dépassant pas 20 cm de côté et en fixer un en regard de l’empreinte en noir.)

Dernier enregistrement (ou renouvellement) dans le pays d’origine Date le 26 mars 1949. Nº 68.220

* Enregistrement international antérieur Date Nº

DEMANDE D’ENREGISTREMENT

La marque ci-dessus est régulièrement enregistrée en Portugal , et les indications y relatives sont conformes à celles du Registre national des marques. L’Administration soussignée en demande l’inscription dans le Registre international. Lisbonne, le 23 juin 1949 Le Directeur général,

CERTIFICAT D’ENREGISTREMENT

Les formalités prescrites par l’Arrangement du 14 avril 1891, revisé le 6 novembre 1925, et par le Règlement pour son exécu- tion se trouvant remplies à la date de ce jour, la marque ci-dessus a été inscrite aujourd’hui dans le Registre international sous le Nº 142379 Berne, le -9 JUIL 1949 Bureau international pour la protection de la Propriété industrielle
Le Directeur: Vice-Directeur

PINHAIS & Cª LDA
27 Dezembro 1951

Acabamos de receber do n/ agente do México, Sr. Ramón Morán Valdés, uma carta cujo conteúdo, relacionado com a marca “Nacional”, nos permitimos transcrever, a seguir:

” Informamos a ustedes, que nuestros temores en relación con los registros sanitarios de esta marca, desgraciadamente se han confirmado, pues la Secretaría de Salu bridad procedió en contra de nuestros clientes la Comercial Abarrotera S.A., y Fermín Fernandez, por encontrar que las etiquetas en español, con los registros anotados, no se encontraban en debida orden, por no aparecer en ellas exactamente las mismas indicaciones, que en la etiqueta azul que estamos adjuntando a la presente, y que es la única autorizada para el registro S.S.A. Nº 20717 “A”.

Lo anterior se debió a la denuncia que ante la propia Secretaría de Salubridad y Asistencia, hicieron los señores Pastor y Cia. S.R.L. representantes de la firma Garantia Lda. de Matosinhos, lo que denota muy poco sentido comercial por parte de los señores Pastor, ya que nuestros clientes de referencia, ante la amenaza de que les sería decomisada la mercancía, tuvieron que pagar una fuerte multa, de aproximadamente US$ 400,00.

Es muy conveniente, que ustedes informen sobre este asunto al Instituto Português de Conservas de Peixe, ya que el mismo nos indicó por su conducto que el registro se encontraba en orden para ser aplicado a cualquier remesa de sardinas en la marca Nacional, ya que corresponde a una marca colectiva, y que se consideraba como propiedad del Instituto dicho registro, contra la denuncia de los señores Pastor que alegaron ser ellos los propietarios del mismo.

En vista de lo anterior, tuvimos que gestionar por nuestra parte, rapidamente y a un costo elevado, un nuevo registro para la marca Nacional en cada clase de sardinas, es decir, para aceite y para tomate.

Como ustedes podrán ver por las etiquetas que adjuntamos a la presente, los números de registros que nos han correspondido son los siguientes:

Para sardinas en aceite:  Reg. S.S.A Nº 37139 “A”.

Para sardinas en  tomate:  Reg. S.S.A Nº 37138 “A”.

Al mismo tiempo, y para dejar definitivamente solucionado el asunto de los clientes antes indicados, asi mismo, para evitar nuevas dificultades a la demás clientela que compró a ustedes sardinas en la marca Nacional, nos fué preciso imprimir un suficiente numero de etiquetas ( 100.000 Cien mil ) que fueron adicionadas a cada lata correspondientemente.

Por lo tanto, para futuros embarques de sardinas en la marca Nacional, nos encontramos ya en perfecta orden, pudiendo ustedes aplicar nuestras propias etiquetas, según las muestras adjuntas.

En vista de que lo anterior nos ha originado gastos extraordinarios, quisiéramos conocer la opinion de ustedes al respecto ya que por nuestra parte tampoco hemos tenido ninguna responsabilidad en este asunto, que fué motivado por la deslealtad de los representantes de la firma Garantia, a que antes hacemos referencia. 

Recordamos a V. Exas que na v/ carta de 4-6325 de 11/5/951, nos deram o texto da etiqueta que devíamos empregar, e na carta de V. Exas de 4-7196 de 7/6/951, nos diziam que o numero 20.717 servia para todos os molhos.

Por o Sr. Pastor atribuir-se a propriedade da marca Nacional, contrariamente ao afirmado oportunamente pelo I.P.C.P., os nossos dois clientes tiveram que pagar $ 400,00 de multa, salvando-se sem duvida os outros, por virtude do novo registo a que procedeu o nosso agente.

Nós entendemos que o I.P.C.P devia abonar aos clientes a multa referida, ainda que os outros gastos sejam de nossa conta, e procederem contra o Sr. Pastor se êste fôsse culpável.

Á espera da decisão de V.Sas sôbre o assunto, subs- crevemo-nos com a mais elevada estima e consideração

De V.Exas
Atenciosamente
Pinhais & Cª., Lda
DIRECTOR

O documento mostra um problema de coordenação entre a marca colectiva portuguesa “Nacional” e os registos sanitários mexicanos. Uma denúncia da Garantia/Pastor provocou multa e risco de apreensão das conservas, obrigando a Pinhais e ao seu agente mexicano a obter novos registos e imprimir 100.000 novas etiquetas. A Pinhais responsabiliza parcialmente o I.P.C.P., porque tinha seguido as instruções que o próprio Instituto anteriormente fornecera.

O agente mexicano da Pinhais & C.ª, Ramón Morán Valdés, informa que os problemas com os registos sanitários se confirmaram. A Secretaría de Salubridad actuou contra dois clientes — Comercial Abarrotera S.A. e Fermín Fernandez — porque as etiquetas utilizadas não reproduziam exactamente as indicações da única etiqueta autorizada pelo registo sanitário S.S.A. n.º 20717 “A”. A situação resultou de uma denúncia apresentada por Pastor y Cia. S.R.L., representantes da Garantia Lda., de Matosinhos, que alegavam serem proprietários desse registo.

Perante a ameaça de apreensão da mercadoria, os clientes tiveram de pagar uma multa de aproximadamente US$ 400,00. O agente recorda, porém, que o próprio Instituto Português de Conservas de Peixe (I.P.C.P.) tinha indicado que o registo estava em ordem, podia ser aplicado às remessas de sardinhas da marca Nacional e era considerado propriedade do Instituto, por se tratar de uma marca colectiva.

Para resolver definitivamente o problema, o agente obteve, por sua conta e com custos elevados, novos registos sanitários mexicanos separados: S.S.A. n.º 37139 “A” para sardinhas em azeite e S.S.A. n.º 37138 “A” para sardinhas em tomate. Mandou ainda imprimir 100.000 etiquetas, que passaram a ser aplicadas às latas, permitindo que futuras exportações da marca Nacional fossem feitas sem o mesmo problema.

A Pinhais & C.ª recorda ao I.P.C.P. que este lhe tinha fornecido, em 11/5/951, o texto da etiqueta a utilizar e, em 7/6/951, afirmado que o número 20.717 servia para todos os molhos. Considera, portanto, que os exportadores e clientes actuaram com base nas indicações do Instituto.

A empresa entende que o I.P.C.P. deveria reembolsar aos clientes os $400,00 da multa, ficando os restantes custos a cargo da própria Pinhais, e deveria proceder contra o Sr. Pastor, caso se confirmasse a sua responsabilidade.

 

PINHAIS & Cª LDA
2 Fevereiro 1952

Refª- Marca Nacional

Exmos. Srs.,

Acusamos a recepção da prezada carta de V.Exas de 30 do corrente mês, que muito agradecemos.

Os dizeres mencionados na marca NACIONAL, fôram aquêles indicados por V.Exas na v/ carta de 11 de Maio de 1951 e 7 de Junho do mesmo ano.

Apesar disto, e conforme os dizeres da n/ carta de 27 de Dezembro passado, os clientes tiveram dificuldades na importação das mercadorias com aquela marca, e tiveram que efectuar novos registos, pagando multas no valor aproximado de $400,ºº.

Hoje o n/ agente do México envia-nos a seguinte comunicação, que por acharmos de interesse, transcrevemo-la para conhecimento de V.Exas:

” Es muy conveniente que ustedes recomienden al I.P.C.P. que registre en Mexico su marca Nacional, queremos decir, el registro industrial de esta marca, que es un asunto completamente independiente del registro sanitario. Pues vemos el peligro, de que en vista de estar ampliamente introducida esta marca en nuestro país, puede adjudicarse la misma, cualquier otro fabricante de sardinas del país, o puede tambien algún distribuidor registrarla por su cuenta y reimprimirla en México, para usarla en latas de sardinas importadas, en lata blanca. Todo esto se evitaria, con el registro industrial de la marca Nacional, propiedad colectiva del I.P.C.P. “

Sem mais por hoje, subscrevemo-nos com elevada estima e consideração

De V.Exas
Atenciosamente

Pinhais & C.ª, L.ª
DIRECTOR

SOCIEDADE DE CONSERVAS
Joana d’Arc, L.da

FABRICAÇÃO E EXPORTAÇÃO DE CONSERVAS DE PEIXE

622, AVENIDA MENÉRES, 650
MATOSINHOS

20 de Outubro de 1953

NAPLS

AO
INSTITUTO PORTUGUES DE C. DE PEIXE
Caixa Postal 387
LISBOA

Exmos. Snres.

refª: EXPORTAÇÃO PARA O MEXICO MARCA “NACIONAL”

A acrescentar ao que dissemos em nossa carta de 1 do mez findo, a respeito do Sr. Pastor, representante no México de sardinhas portuguesas, tomamos a liberdade de juntar ao presente uma informação confidencial do nosso Agente na cidade do México, a qual pelo seu conteúdo esperamos merecerá a melhor atenção de V.Exas., visto não nos parecer correcto o procedimento de tal Sr. e esperamos que V.Sas. tomarão as providências necessárias para que não se volte a repetir o que está a acontecer.

Agradecendo antecipadamente a v/atenção, somos com a mais elevada estima,

De V.Exas.
Atenciosamente

PELA SOCIEDADE DE CONSERVAS JOANA D’ARC, L.da
O SOCIO GERENTE

[assinatura]

CONSERVAS BELAMAR, L.DA
CONSERVAS DE PEIXE

TELEFONE PHONE } 87 Vila do Conde

MARCAS REGISTADAS – TRADE MARKS
“BELAMAR”, “NAUTA”, “GAIATO”, “AVIEN”, “CITY”, “ODETTE”

TELEGRAMAS – TELEGRAMS } BELAMAR Vila do Conde
APARTADO 2

VILA DO CONDE, 6 de Março de 1954
(PORTUGAL)

Ao
Instituto Português de Conservas de Peixe
Lisboa

Exmos. Senhores:

Certamente é do conhecimento de V.Exas. que a marca NACIONAL para sardinhas, ficou de tal forma lançada no mercado do México, que, ainda hoje, se encontra grande dificuldade em vender outras marcas, pois os clientes ali preferem pagar a marca NACIONAL mais cara do que qualquer outra marca.

Pela correspondência que temos recebido dos nossos correspondentes naquele país, a clientela nenhuma preferência dá às conservas portuguesas em relação às de procedência marroquina, pois para eles só existe uma marca portuguesa de qualidade, a marca NACIONAL.

Temos várias vezes explicado os motivos que nos impedem de lhes enviar as nossas conservas com a marca NACIONAL, mas nem assim deixam de insistir no mesmo assunto.

Há dias, porém, recebemos uma carta daquele país, da qual extraímos este período:

“………, y además he tenido conocimiento que la mayor parte
” de ellas fueron latas sin litografiar y sin ningun papel, y
” de las cuales aqui empapelaron en México, con la marca
” NACIONAL, esto como verá Uds, no ha sido cosa bién hecha,
” ya como Uds dicen en su País las sardinas marca Nacional
” han sido retiradas de su fabricación, pero aqui en México
” han mandado hacer etiquetas de papel a las cuales les han
” puesto la marca Nacional perfectamente bién hecha, a las
” Sardinas de prosedencia de su Pais. Esto ha motivado que ni
” Uds ni muchos otros vendedores, puedan efectuar ventas
” debido a lo anterior.

” Como comprenderan Uds. yo sé quienes son los
” responsables en este asunto, pero por precausión, no puedo
” informarles quienes son.

Apresentamos este assunto a V.Exas. para o examinarem e tomarem as providências que julguem úteis a bem de todos, pois tem sido grandes as dificuldades que temos tido para vender as nossas conservas, motivado pelo facto de as não podermos apresentar com a marca Nacional, enquanto que outros, até mesmo pode acontecer com sardinhas de outras procedências, vendem ali sardinhas, cuja qualidade nem sequer sabemos se pode abonar a marca Nacional.

Com a nossa mais elevada estima, nos subscrevemos

La Nacional

SECRETARIA DE ECONOMIA

DEPENDENCIA DT. Gral. DE LA
PROPIEDAD INDUSTRIAL.
OFICINA DE MARCAS.

SECCION TRANSMISIONES Y RENVS.
MESA CUARTA.
NUMERO DEL OFICIO 37-III  21504
EXPEDIENTE 53168 MARCA 70742.

ASUNTO: Se comunica que con el No. 16217 ha quedado registrada la transmisión de los derechos de la marca 70742 denominada “LA NACIONAL”

México, D.F., a 25 de agosto de 1955.

A. Instituto Portugues de Conservas
de Peixe
A/c. del C. Felix B. Dumont.
Palma No. 9.
C i u d a d.

Con relación a su solicitud de fecha 23 de octubre del año próximo pasado, le manifiesto que en virtud de haber cumplido con todos los requisitos legales y enterados los derechos fiscales relativos, ha quedado registrada la transmisión de los derechos de esta marca, a favor de Instituto Portugues de Conservas de Peixe

Atentamente.

SUFRAGIO EFECTIVO. NO REELECCION.
EL DIRECTOR GENERAL.

LIC. CESAR SEPULVEDA.

C.c.p. la Gaceta.
A.W/EMH.

ENG. J. E. DIAS COSTA
AGENTE OFICIAL DA PROPRIEDADE INDUSTRIAL
REGISTO DE MARCAS · PATENTES DE INVENÇÃO

TELEFONE: 661228 · TELEGRAMAS: COSTAPAT
16, RUA DE MIGUEL LUPI · LISBOA (PORTUGAL)

M.Ref.ª: 176

3 de Setembro de 1955

Exmos. Srs. Directores
Instituto Português de Conservas de Peixe
Avenida 24 de Julho, 76
Lisboa

Exmos. Senhores,

Marca Nº 70.742. “LA NACIONAL”
México

Tenho a satisfação de levar ao conhecimento de V.Exas., que, segundo comunicação da Direcção Geral de la Propiedad Industrial mexicana, foi registada a transmissão dos direitos da marca Nº 70.742, “LA NACIONAL” a favor do vosso Instituto.

Junto, para o vosso Arquivo, o ofício de 25 de Agosto findo daquela Direcção Geral, que o meu Correspondente no México acaba de me enviar, bem como a minha nota de débito Nº 9.672, de acordo com a minha carta de 13 de Janeiro de 1954.

Aproveito o ensejo para renovar a V. Exas. os protestos da minha distinta consideração.

p. Eng. J. E. DIAS COSTA

Anexos.
CP./AJ

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