Segundo a revista Conservas de Portugal, a fábrica inicia a atividade em 1937. Em 1937, a firma arrenda um prédio urbano composto de armazém com quintal sito na Estrada de Azeitão. Contém uma caldeira horizontal a vapor, com os respetivos acessórios, incluindo um gifar, m recipiente a tijolo para “banhomaria” e um guindaste. O armazém destina-se a armazenagem de materiais industriais respeitantes a indústria de conservas de peixe, e foi autorizada a instalar ali uma fábrica de conservas desde que obtenha autorização.